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Este página foi preparado para aqueles que desejam conhecer mais sobre a Bíblia, indepentende de sua religião. Disponibilizaremos nele material para que você conheça as verdades da Palavra de Deus. Obrigado por acessá-la. Um abraço.

IMPORTANTES ENSINAMENTOS BÍBLICOS

I. ENSINOS SOBRE DEUS, CRISTO E O ESPÍRITO SANTO.
No estudo da teologia é pesquisado conjuntamente os ensinamentos de Deus, de Cristo e do Espírito Santo. Entendê-los é uma oportunidade para aqueles que se dedicam ao estudo da Bíblia.

l. O ENSINO SOBRE DEUS. O estudo que é dirigido ao conhecimento de Deus chama-se "teologia", e trata sobre a existência, a personalidade e a natureza de Deus.

a. A existência de Deus. No início do livro de Gênesis que trata da criação, encontramos a expressão: "No princípio criou Deus..." (Gn 1:1). Esta verdade é aceita pela fé, sobre Sua existência segundo o que está escrito na Bíblia. Não é uma fé sem base, mas que tem seus fundamentos nas Escrituras. (Hb.11:5,6 ).

b. A personalidade de Deus - Os vários pronomes pessoais que encontramos na Bíblia são prova da sua personalidade. (Jo 17:3; SI 116.1,2); lhe são atribuídas características pessoais, tais como: tristeza (Gn 6:6), ira (Nm 11:1; 12.9; Rm 1:18), zelo (Dt 6:15), amor (Rm 5:8) e abominação (Pv 6:16); na forma que Ele lida com o homem como criador de todas as coisas. (Gn 1:1), como Sustentador de tudo (Is 40:22-29; 41:13-20), como Abençoador de todos (Mt 5.45; 10.29,30), como Governador e Dominador das atividades do homem. (Is 40.10-15; 41.1-12), como Pai de seus filhos espirituais (Gl 3:26).

c. A natureza de Deus. A natureza de Deus abrange os Seus atributos naturais e morais, quais sejam: vida (Jo 5:26), espiritualidade (Jo 4:24), imutabilidade (Tg 1:17), eternidade (Dt 33:27; SI 90.2), onisciência (l Sm 16:7; At 15:8), onipotência (Gn 17:1; Jó 42:2), onipresença (SI 139.7-12), veracidade (Nm 23:19), fidelidade (Jr 1:12), conselho (Ef 1:11; Is 40:13,14), e santidade
(Is 6:3).


2. O ENSINO SOBRE CRISTO. Em teologia o estudo sobre a Pessoa de Cristo, é chamado de Cristologia, abrangendo os seguintes temas:

a. A humanidade de Cristo. A humanidade de Cristo é confirmada pela sua estirpe humana (Gl 4:4; Rm 1:3); por seu crescimento e progresso naturais (Lc 2:40,46,52); por seu aspecto particular (Jo 4:9); por sua natureza absoluta (Mt 26: 2,38; Lc 23:36); pelos seus limites humanos sem pecado (Jo 4:6; Mt 8:24; 21,18); pelos nomes humanos que Lhe foram atribuídos, por Ele mesmo ou por outros (Mt 1:21; Lc 19:10; At 2:22; Mt 21:11; l Tm 2:5); pelo relacionamento que Ele mantinha com Deus (Mc 15:34; Jo 20:17).

b. A divindade de Cristo. As Escrituras confirmam a confiança na divindade de Cristo, quando afirma que Ele é Deus (Jo 1:1), Onipotente (Ap 1:8), Eterno (Jo 8:58), Criador (Jo 1:3). Características intrínsecas a Deus Pai tem relação simétrica com Cristo, evidenciando sua natureza e divindade.

c. O caráter de Cristo. Cristo tem recebido aprovação e o conselho não somente de Deus Pai, como também dos anjos, e da parte de espíritos demoníacos há declarações de que Ele é o Santo de Deus. A Bíblia asseguradamente dar-Lhe a conhecer como: santo (l Jo 3:3,5), amoroso (Jo 13:1), manso e humilde (Mt II:29).

d. A obra de Cristo. A missão de Cristo na terra, concluída em sua morte, foi precisa por causa da santidade e do amor de Deus (He 1:13; Jo 3:16); por causa do pecado do homem (I Pe 2.24); por causa da concretização das Sagradas Escrituras (Lc 24:25-27). O propósito de Deus tornou-a necessária
(At 2:23).

e. A ressurreição de Cristo. A ressurreição física de Jesus Cristo é o firme fundamento do Evangelho e da nossa fé (l Co 15:17).

3. O ENSINO SOBRE O ESPÍRITO SANTO. Na verdadeira Teologia, o ensino sobre o Espírito Santo é conhecido como: pneumatologia, e examina entre outros, os seguintes temas:

a. A natureza do Espírito Santo. Na análise da natureza do Espírito Santo, enfatiza-se a sua personalidade. Sendo uma pessoa, é chamado no âmbito Bíblico como: Espírito de Deus (l Co 3:16; Gn 1:2); Espírito de Cristo (Rm 8:9); Espírito Santo (At 1:5); Espírito de Vida (Rm 8:2); e Espírito de Adoção (Rm 8:15,16; Gl 4:5,6).

b. A obra do Espírito. O cristão convertido é particularmente submetido à ação do Espírito Santo que nele opera regenerando-o (Jo 3:3-6), incluindo-o no corpo de Cristo através do batismo (l Co 12:13; Ef 4:1-16,30), morando nele
(l Co 6:15-19), dando-lhe força (Ef 3:16), enchendo-o dos seus benefícios
(Ef 5:18- 20).


II. O ENSINO SOBRE OS ANJOS, O HOMEM E O PECADO.

1. Sobre os Anjos. De conformidade com a Bíblia, Deus criou os anjos: (Ne 9:6; Cl 1:16) superiores aos homens (SI 8:4,5) e em quantidades incontáveis (Jó 25:3;Dt 33:2; Ap 5:11; Dn 7:10) Eles não devem ser adorados (Ap 22:9; 19:10;Cl 2:18), porquanto estão sob a autoridade de Cristo (Ef 1:20,21; Fp 2:9-11). No fim dos tempos, anjos bons e maus participarão decisivamente nos acontecimentos finais. Na vinda de Cristo em Glória, os bons, se manifestarão (Mt 24:30,31) contribuindo na ressurreição dos mortos (l Ts 4:16), na reunião dos chamados, na colheita final, no julgamento de todos os povos e na destruição cabal do pecado (Mt 13:39-42). Os anjos maus, comandados por satanás, trarão sofrimento e agonia aos homens, e por fim serão lançados no inferno de chamas eternas (Mt 25:41; Ap 20:10).

2. Sobre o homem. Diante do que a Bíblia diz, o homem é criatura de Deus, formado a Sua imagem e semelhança (Gn 1:26). O homem é um ser tricotômico, isto é, dotado de espírito, alma e corpo (l Ts 5:23). O homem foi criado incorruptível, (Ec 7:29) qualidade da qual caiu por causa da desobediência no Éden. Então, o homem foi designado para viver no mundo (Gn 2:7), para amar o próximo (Gn 2:18), para o domínio da Criação (Gn 1:27- 30), para a consagração a Deus (SI 8:5-9;-96; 98)

3. Sobre o pecado. A Bíblia mostra que a origem do pecado da raça Humana na História foi a violação espontânea de Adão à ordem de Deus no Paraíso. Ele deixou-se influenciar pelas sugestões de satanás, de que, agindo contrário a orientação de Deus, iria tornasse igual a Ele. Ouvindo e fazendo conforme Deus havia proibido, Adão trouxe a maldição do pecado sobre todos os homens (Gn 3:1-6; Rm 5:12,18,19). De acordo com os ensinos bíblicos o pecado é a inclinação da carne e inimizade contra Deus (Rm 8:7); é universal (Rm 3:23; 5:12); o pecado é uma ofensa direta à pessoa de Deus, e tem lugar de origem antes de tudo no coração do homem (Mt 5:27, 28; 15:19).


III. ENSINO SOBRE A SALVAÇÃO, A IGREJA E AS ÚLTIMAS COISAS.

1. Sobre a salvação. A salvação do homem é o assunto principal de toda a Sagrada Escritura. De forma que possa tornar compreensível este assunto da salvação, a Bíblia a expõe do seguinte modo:
a) a salvação é uma ação divina e não do homem (Rm 6:23).
b) somente Jesus é capaz de salvar o pecador (Lc 19:10).
c) a salvação é alcançada pela graça de Deus e não por obras humanas (Ef 2:8-10).
d) a salvação compreende espírito, alma e corpo do homem; (1 Ts. 5:23).
e) a salvação é para a eternidade (Rm 5:1; l Ts 5:23; Cl 3:4).
f) a salvação é fruto da fé em Cristo (Rm 1:16, 17; 10.9,10 17; Gl 3:1-11, 22,26).
H) a Trindade Divina coopera com o pecador na sua salvação (Jo. 14:26; 15:26).

2. Sobre a Igreja. A Igreja é constituída excepcionalmente de pessoas que passaram pelo novo nascimento na ação do Espírito Santo e da Palavra de Deus (Jo 3:5), para que através dela o Senhor Jesus efetue a sua obra neste mundo (Ef 4:11-16). O ensino da Igreja por meio das Escrituras pode ser sintetizado da seguinte forma:
a) O vocábulo "igreja", aplicada em seu significado universal, assinala o corpo de Cristo (Rm 12:5);
b) A Igreja universal é apresentada como lugar da habitação de Deus (Ef 2:22; l Pe 2:5);
c) A Igreja universal dos salvos é a noiva de Cristo (Ap 21:2).
d) a Igreja é um ambiente composto apenas de pessoas regeneradas. É indispensável o aprimoramento da Igreja através de cada um de seus componentes. Por isso é que Cristo conferi dons aos homens para a edificação da Igreja: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores, mestres, e etc. (Ef 4:11-16). Desta forma, por meio de diversas atuações de seus ministros, Deus aperfeiçoa a sua Igreja em todos os seus aspectos..

3. Sobre as últimas coisas. Para o discípulo de Jesus, os tempos vindouros resguardam-lhe uma excelente perspectiva - a segunda vinda de Cristo, de duas formas: inicialmente, o arrebatamento dos que foram salvos, envolvendo todos aqueles que morreram em Cristo, também os que estiverem vivos que fielmente o esperam (l Ts 4.16,17); e segundo, o seu aparecimento em glória seguido de seus anjos e santos que foram arrebatados, para cumprir o juízo sobre as nações e iniciar o Milênio sobre a Terra (Mt 24.37-39; 25.31-46; 2 Pe 3.10-13; Ap 20.4-7).
Jesus afirmou que ninguém aqui na terra, nem mesmo os anjos do céu, sabe a data e hora em que esse evento acontecerá. O que temos é a certeza de que Ele não tardará. Todos os sinais adverti que a vinda de Cristo e a redenção dos filhos de Deus já se aproxima (Lc 21.28). Esperemo-la, pois!